O AstroMatCon cuida do balcão, do estoque, do dinheiro, da nota fiscal, do
WhatsApp e agora também do ponto da equipe da sua loja de material de construção.
E explica cada passo enquanto você usa, sem manual de 200 páginas.
A conta de teste é gratuita, já vem com uma loja montada (catálogo, clientes e
vendas de exemplo) e não pede cartão.
Início
150+telas prontas, do balcão à apuração fiscal
13relatórios gerenciais, sem montar planilha
0instalação: abre no navegador do computador ou do celular
2 minpara entrar e ver o sistema com dados de exemplo
01 / O que é
Um sistema só, no lugar de cinco cadernos
A maioria das lojas trabalha com o sistema do caixa de um lado, a planilha do
estoque do outro, o caderninho do fiado numa gaveta e o contador esperando as notas
no fim do mês. Cada um desses pedaços conta uma história diferente do mesmo dia.
O AstroMatCon junta esses pedaços: a venda que sai do balcão baixa o estoque, gera
o recebimento, entra na conferência do caixa e aparece no relatório do mês, na hora,
sem ninguém redigitar nada.
Orça a obra do cliente
Da medida ao material: dez tipos de cálculo, com o preço da sua loja, virando
orçamento e depois venda.
Vende no balcão
PDV com leitor de código de barras, várias formas de pagamento na mesma venda,
desconto, troco e crediário.
Controla o estoque
Entrada de mercadoria pelo XML da nota do fornecedor, inventário, kits, validade e
transferência entre lojas.
Cuida do dinheiro
Abertura e fechamento de caixa com conferência, contas a pagar e a receber,
despesas e taxa de cartão.
Não perde o cliente de vista
Funil de vendas, WhatsApp da loja dentro do sistema e a lista de quem procurar
hoje, montada pelo próprio sistema.
Cuida da jornada da equipe
Cartão de ponto no celular de quem trabalha, com espelho do mês, atestado,
banco de horas e o mês que fecha.
Emite a nota
NFC-e e NF-e com o certificado digital da sua empresa, cupom para o cliente e
cancelamento dentro do prazo.
Mostra o resultado
Relatórios que respondem perguntas de dono: o que dá lucro, o que está parado,
quem vende mais, para onde foi o dinheiro.
02 / Um dia na loja
Do primeiro café ao fechamento do caixa
A melhor forma de entender um sistema é ver o dia inteiro passar dentro dele. Cada
momento abaixo é uma tela real do AstroMatCon. Clique em qualquer imagem para ampliar.
07:55
A equipe bate o ponto no próprio celular
Antes de abrir a porta, cada um bate no celular: PIN e um toque, dentro do raio da
loja. O gerente abre uma tela e vê quem já chegou, quem ainda não bateu e o que
precisa conferir — sem relógio de ponto na parede.
Comprovante na hora, com a distância até a loja
Batida fora do raio aparece marcada, e nunca é bloqueada
Atestado e “esqueci de bater” entram por uma fila só
Ponto do Dia
08:00
Abre o caixa com o fundo de troco
O turno começa declarando quanto tem na gaveta. A partir daí, toda venda em
dinheiro entra nessa conta, e no fim do dia o sistema sabe exatamente quanto
deveria haver ali.
Um turno por PDV, com o nome de quem abriu
Sangria e suprimento registrados na hora
Venda em dinheiro fora de turno aparece como pendência
Caixa
09:10
Bipa a venda no balcão
O balconista digita o nome ou passa o leitor no código de barras. O produto entra
com o preço da tabela escolhida (varejo ou atacado) e o carrinho vai somando.
Antes de fechar, dá para ver a margem de cada item.
Busca por nome ou código de barras
Atalhos de teclado para quem trabalha sem soltar o mouse
Rentabilidade do carrinho antes de dar desconto
PDV, venda rápida
09:12
Recebe do jeito que o cliente puder pagar
Metade no cartão, metade em dinheiro, o resto no fiado. O sistema aceita várias
formas na mesma venda, calcula o troco, respeita o limite de crediário do cliente
e já cria as parcelas a receber.
Dinheiro, cartão, PIX, crediário e mais de uma forma por venda
Desconto em reais ou em porcentagem, com limite por usuário
Crediário só para quem tem limite liberado
Fechamento da venda
11:40
Chega o caminhão do fornecedor
Em vez de digitar item por item, você joga o XML da nota de compra no sistema. Ele
lê os produtos, atualiza o custo, sobe o estoque e ainda deixa a conta a pagar
registrada.
Entrada de mercadoria pelo XML da NF-e do fornecedor
Custo atualizado, estoque somado e conta a pagar criada
Produto novo pode ser cadastrado direto da nota
Importar XML da compra
14:05
O cliente chega com a medida, não com a lista
“Preciso revestir uma área de 48 metros.” Em vez de calcular no papel ou chutar,
você escolhe o tipo de serviço, digita a medida e o sistema devolve a lista de
material com quantidade, perda embutida e o preço que a sua loja cobra.
Dez tipos de cálculo, de piso a laje pré-moldada
Cada material casado com o seu catálogo e o seu saldo
A lista vira orçamento sem redigitar nada
Calculadora de obra
15:20
Faz orçamento, agenda entrega, abre uma OS
O pedreiro quer o preço de uma lista grande. Você monta o orçamento, ele volta dois
dias depois, e o orçamento vira venda com um clique, já baixando o estoque. Se a
carga precisa de caminhão, entra no romaneio do dia.
Orçamento e pedido que viram venda sem redigitar
Entregas organizadas por romaneio e entregador
Ordem de serviço para o que precisa de técnico
Foto do material no local, tirada pelo entregador, como comprovante
Orçamentos
16:45
Responde o WhatsApp e cobra quem sumiu
As mensagens que chegam no número da loja entram como uma fila: dá para ver quem
está esperando há mais tempo e quem já assumiu cada conversa. Antes de fechar o
dia, o sistema ainda mostra a lista de quem procurar — com a mensagem escrita,
pronta para você conferir e enviar.
Conversa aberta com o histórico do cliente do lado
Papo que virou negócio entra no funil com um botão
Quem procurar hoje é o sistema que decide, e você resolve em um clique
Atendimento
18:00
Fecha o caixa e confere o que sobrou
Você conta o dinheiro da gaveta e digita o valor. O sistema mostra, forma por
forma, o que passou pelo turno e diz na hora se sobrou, se faltou, e quanto.
Sem descobrir a diferença três dias depois.
Conferência ao vivo, comparando o contado com o esperado
Cartão e PIX conferidos junto do dinheiro
Turnos anteriores guardados para consulta
Fechamento de caixa
30º dia
E no fim do mês, a conta que interessa
Faturamento é vaidade, lucro é resultado. O relatório de rentabilidade mostra
quanto entrou, quanto custou a mercadoria vendida e o que sobrou de verdade, no
período que você escolher.
Custo da mercadoria vendida calculado item a item
Margem por produto, por cliente e por vendedor
Comparação com a meta do mês na tela inicial
Rentabilidade
03 / O sistema por dentro
Escolha um módulo e veja a tela de verdade
Nada aqui é ilustração. Todas as imagens são capturas do sistema rodando com uma loja
de demonstração. Use os botões abaixo de cada tela para trocar a imagem.
Balcão e vendas
O lugar onde a loja ganha dinheiro precisa ser rápido e à prova de fila. O PDV
foi desenhado para funcionar no teclado, com o leitor de código de barras e com
o cliente esperando na frente.
PDV
Carrinho aberto, com total e número de itens sempre visíveis.
Busca por nome ou leitor de código de barras
Tabela de preço por venda: varejo, atacado ou a que você criar
Desconto em reais ou em porcentagem, com teto por usuário
Várias formas de pagamento na mesma venda, com troco automático
Crediário respeitando o limite e o saldo em aberto do cliente
Rentabilidade do carrinho antes de fechar
Devolução e troca que devolve ao estoque e abate as parcelas
Cupom e DANFE para imprimir na hora
Lista da obra colada do WhatsApp virando carrinho
Parceiro que indicou registrado na venda e na comissão
Frete cobrado do cliente somando no total e indo para a nota
Teto de desconto por produto, além do teto por usuário
Saldo do crediário do cliente na tela antes de fechar a venda
Conferência automática antes de finalizar: estoque, limite e cadastro
Faltou aqui? O PDV mostra em qual outra loja da rede o produto tem saldo
Devolução vira vale-crédito do cliente, usado como pagamento na próxima venda
Caixa
Furo de caixa quase nunca é roubo, quase sempre é falta de controle. Aqui o
turno tem começo, meio e fim, e a diferença aparece no mesmo dia.
Caixa
Turno em andamento, com fundo de troco e movimentos do dia.
Abertura de turno com fundo de troco declarado
Sangria e suprimento com descrição e horário
Recebido por forma de pagamento, calculado do movimento real
Fechamento com o valor contado e a diferença na tela
Aviso quando há venda em dinheiro sem turno aberto
Histórico de turnos por operador e por PDV
Obra do cliente
Quem vende material de construção não vende produto, vende obra. O cliente chega
com uma medida no papel, com uma lista escrita à mão, ou com uma dúvida que o
balconista precisa responder na hora. Estas três telas existem para isso.
Calculadora de obra
Da medida à lista de material, com o preço e o estoque desta loja.
Dez tipos de cálculo: piso, pintura, alvenaria, reboco, contrapiso, concreto, telhado, laje, elétrica e hidráulica
Perda já embutida onde o índice prevê (10% no revestimento, por exemplo)
Cada material casado com o seu catálogo, no seu preço e com o seu saldo
Lembrete do que costuma faltar: espaçador, desempenadeira, broxa, balde
A lista vira orçamento sem redigitar, e o orçamento vira venda
Lista escrita à mão ou colada do WhatsApp virando carrinho no PDV
Argumento de venda, explicação técnica e resposta a objeção com dado da loja
Clientes e crediário
O caderninho do fiado vira uma ficha com limite, saldo e histórico. Na hora da
venda, o sistema já sabe se aquele cliente pode levar mais.
Clientes
Cadastro com busca, paginação e acesso ao extrato de cada cliente.
Ficha com CPF ou CNPJ, contato e endereço de entrega
Crediário liberado por cliente, com limite em reais
Bloqueio automático da venda a prazo quando o limite estoura
Extrato com o que está em aberto e as últimas compras
Cadastro de fornecedores, vendedores, técnicos, parceiros e entregadores
Cliente com histórico não é apagado por acidente
CRM e WhatsApp
O que está em jogo, quem está falando com a loja agora e de quem cobrar
resposta hoje. O funil vive ao lado do orçamento e da venda, e o número da loja
entra no sistema em vez de ficar no celular de um vendedor.
Funil de vendas
Cartão arrastável por etapa, com valor, validade e responsável.
Funil com etapas cadastráveis, e motivo obrigatório ao marcar perda
Os orçamentos que já estavam abertos viram cartões na hora de ligar o módulo
Linha do tempo do cliente: ligação, visita, bilhete, orçamento, venda e entrega
Tarefas com vencimento e responsável, que aparecem na Central do Dia
Fila de atendimento do WhatsApp, com quem assumiu cada conversa
Conversa aberta com o histórico do cliente ao lado, e “virar oportunidade”
Fila de acompanhamento montada pelo sistema, resolvida em um clique
Autoatendimento respondendo entrega, ordem de serviço, saldo e horário
Sugestão de resposta pelo que o cliente pediu, com o produto e o preço da sua loja
Estoque
Em loja de material de construção, o estoque é o maior dinheiro parado da
empresa. O sistema acompanha cada movimento, da entrada da nota ao balanço.
Produtos
Catálogo com custo, preço, estoque atual e estoque mínimo.
Produto com custo, preço, unidade, NCM, código de barras e estoque mínimo
Entrada de mercadoria manual ou pelo XML da NF-e do fornecedor
Inventário e balanço com a diferença apurada item a item
Kits e composições que baixam os componentes na venda
Controle de validade e vencimento
Transferência entre lojas com rastro dos dois lados
Tabelas de preço por tipo de cliente
Etiqueta e importação de produtos a partir de nota fiscal
Importação da planilha do sistema antigo, em qualquer formato de colunas
Conferência automática do cadastro toda noite
Etiqueta de prateleira em quatro tamanhos, com código de barras que o leitor lê
Produto sem código de barras ganha um EAN-13 interno, válido e único
Custo do produto atualizado pelo custo real da compra, não pelo preço da nota
Custo médio ponderado por loja: a mesma marca comprada mais cara na filial não estraga a margem da matriz
Importação em lotes, com barra de progresso — catálogo de milhares de itens não trava a tela
A tela de importação descobre sozinha se a planilha é de produtos, clientes ou fornecedores
Compras
Comprar cedo demais é dinheiro parado, comprar tarde demais é venda perdida. O
sistema olha o estoque mínimo e sugere o pedido antes de a prateleira zerar.
Sugestão de reposição
Produtos no mínimo ou abaixo, prontos para virar pedido de compra.
Sugestão de reposição a partir do estoque mínimo
Pedido de compra por fornecedor, com custo estimado
Acompanhamento do que já foi pedido e ainda não chegou
Recebimento que vira entrada de estoque e conta a pagar
Relatório de giro para não comprar o que não sai
Financeiro
Vender muito e quebrar é mais comum do que parece. O financeiro mostra o que
entra, o que sai, o que atrasou e quanto a maquininha vai realmente depositar.
Contas a receber
Parcelas em aberto, vencidas e pagas, com baixa total ou parcial.
Contas a receber geradas automaticamente pelo crediário
Contas a pagar vindas das compras e dos lançamentos manuais
Baixa parcial: recebeu metade, o sistema guarda o saldo
Despesas por categoria e retiradas do caixa
Taxa de cartão por bandeira e por parcelamento, com valor líquido
Previsão de quando cada venda no cartão cai na conta
Cobrança por PIX com QR gerado a partir da chave da loja
Juros e multa de atraso no crediário, com carência definida por você
Vale-crédito da devolução como saldo do cliente, em vez de dinheiro saindo do caixa
Nota fiscal
A parte que ninguém gosta, resolvida dentro do mesmo sistema: emissão com o seu
certificado digital, cupom para o cliente e cancelamento dentro do prazo.
Configuração fiscal
Certificado A1, ambiente de teste, série e numeração em um lugar só.
NFC-e para o consumidor e NF-e para quem pede nota com CNPJ
Certificado digital A1 guardado criptografado no sistema
Teste em ambiente de homologação antes de valer para a Receita
Cupom em bobina de 80mm e DANFE em A4
Cancelamento com justificativa, dentro do prazo legal
Perfis fiscais por categoria de produto, com NCM e CSOSN
Apuração de IBS e CBS acompanhando a reforma tributária
ICMS-ST com MVA cadastrada por NCM, CEST e estado de destino
IPI, quando existe, entrando na base da substituição
DIFAL da venda interestadual a consumidor final, com a base dupla da lei
CFOP ajustado pela operação, sem reescrever o que o contador classificou
Transportadora, volumes e frete no grupo de transporte da nota
Remessa de mercadoria já faturada, sem cobrar imposto duas vezes
Arquivo do SPED Fiscal montado a partir do XML que foi transmitido
Relatórios
Relatório bom não é o que tem mais número, é o que responde a uma pergunta. Cada
um destes existe porque alguém precisava decidir alguma coisa.
Curva ABC de produtos
Quais produtos respondem por 80% do que a loja vende.
Curva ABC de produtos e de clientes
Rentabilidade gerencial com custo da mercadoria vendida
Giro e ruptura de estoque
Comissão por vendedor
Faturamento por forma de pagamento e por faixa de horário
Ranking de produtos mais vendidos
Faturamento e estoque por loja
Filtro por período em todos, com exportação da lista
Serviços e entrega
Areia, cimento e telha não saem na sacola do cliente. Quem entrega precisa de
rota, e quem conserta precisa de ordem de serviço.
Entregas
Entregas do dia com endereço, entregador e situação.
Entrega ligada à venda, com endereço e entregador
Romaneio agrupando as entregas de um caminhão
Botões rápidos para mudar a situação da entrega
Tabela de frete por faixa
Ordem de serviço com serviços do cadastro e peças do estoque, somando sozinha
Faturar a OS: o conserto vira venda, baixa a peça e gera o recebível
Técnicos e entregadores como cadastro, não como texto digitado toda vez
Transportadora cadastrada, com volumes e frete indo para a nota
Orçamento e pedido convertidos em venda sem redigitar
Foto do material no local, tirada pelo entregador: é o que resolve o “não chegou” sem discussão
Várias lojas
Abriu a segunda unidade? O sistema já nasce preparado: cada loja tem o seu
estoque e o seu caixa, e você continua enxergando a rede inteira.
Faturamento por loja
Comparação de faturamento entre as unidades no mesmo período.
Estoque próprio por unidade, além do total da rede
Troca de loja ativa sem sair do sistema
Usuário preso à sua loja, quando você quiser
Transferência de mercadoria entre unidades
Relatórios da loja e relatórios da rede inteira
A lista diz “estoque na rede” ou “estoque nesta loja” — nunca o mesmo rótulo para dois números
No consolidado o sistema recusa vender e pede a loja, em vez de baixar da matriz caladinho
Cartão de ponto
A equipe bate no próprio celular, dentro do raio da loja. O gerente vê quem
está no salão agora, trata o que ficou torto e fecha o mês.
Ponto do Dia
Quem está na loja agora, quem saiu e quem ainda não bateu.
Batida por PIN no celular, com GPS e comprovante
Fora do raio é sinalizado, nunca bloqueado
Jornada semanal por pessoa, copiável entre funcionários
Atestado enviado pela câmera e aprovado pelo gerente
Marcação esquecida entra como ajuste, com autor e motivo
Banco de horas com validade e compensação por safra
Cada pessoa entra com o login dela e enxerga só o que precisa. O balconista
vende sem ver o custo, e o dono vê tudo.
Permissões
Permissão por item, marcada como quem preenche uma tabela.
Permissão granular por módulo e por ação
Menu que muda conforme o que a pessoa pode fazer
Teto de desconto por usuário
Verificação em duas etapas e bloqueio por tentativas erradas
Registro de acessos e de alterações importantes
Lixeira para restaurar o que foi excluído por engano
04 / Inteligência artificial
IA que tira trabalho da sua mão, não que enfeita a tela
Quase todo sistema hoje anuncia inteligência artificial, e quase sempre é um chat que
responde o que a tela de relatório já mostrava. Aqui a régua é outra: a IA só entra
onde ela apaga digitação, e o que ela produz passa por conferência antes de virar
dado.
O número nunca sai do modelo
Todo valor que você vê foi calculado por conta escrita à mão e coberta por teste. A
IA lê texto bagunçado e devolve estrutura; somar, comparar e decidir é do sistema.
Modelo que inventa número erra com convicção, e num ERP isso é pior do que não ter
a função.
Se a IA cair, a loja não para
Nenhuma função depende dela para funcionar. O assistente responde por consulta
fechada ao banco, a nota do fornecedor entra pelo casamento determinístico, a
conferência do cadastro roda sem modelo nenhum. A IA acelera, nunca é o caminho
crítico.
Ela precisa se pagar
Cada ideia foi medida contra uma regra simples antes de virar chamada de API. Em
quatro dos sete casos a regra ganhou do modelo, e ficou a regra. É por isso que a
conta de IA aqui é baixa: ela só roda no resto que a regra não resolve.
1.513testes automatizados, todos verdes
117casos de referência medindo o casamento de itens
97,5%de cobertura com 100% de precisão, sem chamar IA
10.514códigos NCM oficiais validando o cadastro
Caso 01
A nota do fornecedor entra sem digitação
Você joga o XML da compra no sistema. Ele casa cada item do fornecedor com o seu
catálogo em cascata: primeiro o vínculo que você já confirmou antes, depois o código
de barras, depois a descrição, e só o que sobra vai para a IA. O que ele não tem
certeza, ele recusa, em vez de chutar.
Importar NF-e de compra
Nota real de fornecedor com 6 itens, importada na loja de demonstração.
4 de 6 casados sem gastar um centavo de IA. A armadilha de bitola
(TB PVC SOLD 50MM contra o seu tubo de 25mm) foi recusada em vez de
casada errado. E a caixa de cabo virou estoque de verdade: 6 CX → 600 MT, com
o custo caindo de R$ 185,00 para R$ 1,85 por metro, lido de
“CX C/ 100” na descrição.
Caso 02
A lista escrita no papel vira carrinho
O cliente chega com a lista da obra num bilhete ou no WhatsApp. Você cola o texto
como ele veio, com abreviação, erro de digitação e tudo. O sistema procura cada
linha no seu catálogo, entende a quantidade e monta o carrinho.
PDV · Lista da obra
Seis linhas escritas à mão viraram um carrinho de R$ 1.662,10.
5 das 6 linhas viraram item de carrinho, com a quantidade certa:
“10 sacos de cimento” entrou como 10 × CIMENTO CP II 50KG. A linha que ele não
reconheceu com segurança não entra sozinha: aparece em vermelho, com os candidatos
parecidos ao lado, para você escolher. Nada é adicionado por adivinhação.
Caso 03
O sistema confere o seu cadastro de madrugada
Toda noite ele varre o catálogo atrás de problemas que não aparecem em tela nenhuma
e que ninguém iria reclamar: preço abaixo do custo, cliente cadastrado duas vezes,
produto duplicado com o nome escrito diferente, NCM que não existe na tabela
oficial.
Conferência do cadastro
Varredura executada na loja de demonstração, sem nada plantado.
7 achados na primeira passada. Quatro produtos com NCM que a SEFAZ recusaria
na hora de emitir (rejeição 778, com o cliente esperando no balcão) e três kits
vendidos abaixo do custo, o pior deles com R$ 413,28 de prejuízo por unidade
vendida (custa R$ 633,18 e sai por R$ 219,90).
Caso 04
Pergunte “por que”, não só “quanto”
Relatório responde quanto. O assistente responde por quê: ele separa o que foi
quantidade de venda do que foi tamanho de venda, e mostra qual categoria puxou o
resultado. A conta é exata e fechada por teste; o modelo só escreve a frase.
Central de Ajuda
Perguntas feitas em português comum, respondidas com os seus dados.
“Por que as vendas subiram esse mês?” devolveu: subiu 278,7%, o ticket médio
saiu de R$ 101,04 para R$ 398,56 (respondendo por R$ 7.140,48), o número de vendas
quase não mudou, e a alta veio de Elétrica, Hidráulica e Pintura. Esta resposta saiu
sem nenhuma chave de IA configurada. Logo abaixo do chat ficam 15 guias de
“como se faz”, que são as mesmas respostas e também não dependem de conexão.
Caso 05
De quem cobrar resposta hoje
Orçamento parado é venda quase feita. O sistema classifica cada um pela situação
(recente, esfriando, vencendo, vencido) e monta a mensagem certa para cada caso,
pronta para abrir no WhatsApp.
Retomar orçamento
O julgamento é do sistema; o texto, você confere antes de enviar.
O valor está no julgamento, não no texto. Orçamento vencido não oferece
“posso separar?”, porque seria prometer um preço que já mudou. Orçamento pedido hoje
não é cobrado: a tela avisa “ainda é recente, vale esperar”.
Caso 06
A planilha do sistema antigo, em qualquer formato
Migrar costuma ser o motivo de ninguém trocar de sistema. Aqui você sobe a planilha
que tiver, com os nomes de coluna que o sistema antigo usava, e o AstroMatCon
descobre o que ela é — catálogo, clientes ou fornecedores — e o que é cada
coluna, antes de importar.
Importar cadastros
Ele diz por que decidiu: “3 de 6 documentos da amostra são CPF”. Errou? É um
clique para trocar.
Cabeçalho desconhecido é justamente onde a IA ganha, e é o único caso em que
ela ganhou com folga: ela lê o cabeçalho e três linhas de exemplo, nunca as quatro
mil. De quebra, a tela avisa quando um produto da planilha já parece existir no seu
catálogo, antes de criar cadastro repetido, e a importação corre em lotes com barra
de progresso — catálogo de milhares de itens não trava a tela.
Caso 07
O balconista que sabe responder
“Está caro”, “vou pensar”, “qual a diferença entre os dois?”. O assistente de vendas
monta o argumento com o preço que a sua loja cobra, o saldo que ela tem e o que
costuma sair junto. É o único ponto do sistema em que a IA escreve o texto que vai
para o cliente, e mesmo aqui os números continuam sendo os seus.
Assistente de vendas
Argumento, explicação e resposta a objeção, presos ao catálogo da loja.
A tela avisa o que não é dela: “preço e estoque vêm do seu cadastro, não do
modelo; especificação técnica confira na embalagem”. É a mesma regra dos outros seis
casos, escrita onde o balconista lê. Esta função é a única que depende da chave de
IA ligada, e ligá-la é um campo na tela de configuração.
E o que a gente decidiu não fazer
A lista abaixo é tão importante quanto a de cima. Cada item foi avaliado e recusado,
porque o risco de errar em silêncio é maior do que a comodidade.
IA decidindo preço de venda
“Previsão de demanda com inteligência artificial”
Chatbot com permissão para executar ação sozinho
Modelo escrevendo consulta livre no seu banco de dados
Selo “com IA” espalhado pela interface
05 / Relacionamento
O cliente perguntou, sumiu, e ninguém correu atrás
É a venda mais barata que existe: alguém que já falou com a sua loja. Mesmo assim ela
é a que mais se perde, porque o orçamento fica num bloco, a conversa fica no celular
de um vendedor e o “ligo semana que vem” não fica em lugar nenhum. Este módulo entrou
no sistema em agosto de 2026.
A conversa mora onde estão os dados
Quase tudo que um CRM precisa saber já está aqui: o que o cliente comprou, quanto
deve, qual entrega está a caminho, qual ordem de serviço está na bancada. Um CRM
separado teria que sincronizar tudo isso — e sincronia é onde os números começam a
divergir. Aqui a conversa abre com a ficha do cliente do lado, sem integração
nenhuma.
O sistema decide quando cobrar
O vendedor não precisa manter uma agenda paralela de “quem eu prometi retornar”. A
fila do dia é montada pelo sistema a cada vez que a tela abre, e o vendedor só diz
o que aconteceu em um clique: falei, adiar, sem interesse, virou oportunidade nova.
Ele não dispara em massa, de propósito
Envio em lote para lista de contatos é justamente o que faz o WhatsApp bloquear o
número da loja — aquele que está no Google, no cartão e na placa. O sistema
responde a quem escreveu primeiro; para procurar quem nunca falou, continua valendo
o botão que abre a conversa com o texto pronto, você conferindo antes de enviar.
2quadros: o que está em jogo, e quem está falando com a loja agora
1clique para responder o que aconteceu com cada cliente da fila
5perguntas que o robô responde sozinho, todas com dado do seu sistema
0disparo de campanha em massa, por decisão de produto
Caso 01
O funil que já nasceu com os seus orçamentos dentro
Cada cartão é um negócio em aberto, e você arrasta de coluna com o mouse ou pelo
celular. As etapas são cadastráveis, porque o funil de quem vende para obra não é o
de quem vende no balcão. Ao marcar perda, o motivo é obrigatório — é a única forma
de o relatório responder por que a loja perde.
Funil de vendas
Quadro da loja de demonstração: 28 negócios em aberto, R$ 32,4 mil em jogo, 19
pedindo resposta.
Ele não começa vazio. Na hora em que o módulo é ligado, os orçamentos ainda
abertos da sua loja viram cartões — com cliente, valor e validade. O quadro do
primeiro dia já é o retrato do que estava parado.
Caso 02
O WhatsApp da loja vira fila, e não caixa de entrada
As mensagens que chegam no número da loja aparecem como uma fila de atendimento:
novas (ninguém assumiu), atendendo, aguardando o cliente e resolvidas. Este quadro
não se arrasta: as colunas são estados, e mover é um ato com nome —
assumir, transferir, resolver — que fica registrado com quem fez.
Atendimento
O número do topo é o que decide a hora: há quanto tempo espera quem ninguém
assumiu.
Quem responde vê a ficha, não só a mensagem. Ao abrir a conversa, do lado
aparecem quanto o cliente já comprou, quanto está em aberto e o que ele levou da
última vez. E se aquele papo virar negócio, um botão transforma a conversa em
oportunidade no funil, já marcada como vinda do WhatsApp.
Caso 03
De quem cobrar resposta hoje, decidido pelo sistema
Esta é a tela que se abre de manhã. O sistema monta a fila do dia lendo o que já
existe — orçamento vencendo, cliente que sumiu, obra em andamento — e junto vem a
mensagem pronta, no tom certo para cada caso. Não existe agendamento manual nem
rotina noturna: a fila é recalculada toda vez que a página abre.
Acompanhamentos de hoje
A mensagem é rascunho: abre no WhatsApp para você conferir e enviar.
O intervalo muda conforme a obra. Quem está com a obra andando é procurado
mais vezes; quem só está pesquisando, menos; obra parada sai da frente até voltar.
É o vendedor quem diz em que pé está, num clique, e a régua se ajusta sozinha.
Caso 04
O robô que só fala o que está no seu sistema
Fora do horário, ou quando ninguém pegou a conversa ainda, o autoatendimento
responde as perguntas de sempre: onde está a entrega e com qual motorista, como
está a ordem de serviço, quanto o cliente tem em aberto, que horas a loja abre e
onde ela fica. Tudo lido do banco de dados — sem modelo de IA, por decisão.
Autoatendimento
Ele começa desligado, e cada coisa que ele pode dizer é uma chave que você vira.
Três silêncios valem mais que as respostas. Ele não fala por cima de quem já
assumiu a conversa, não finge que entendeu quando não entendeu, e não conta nada
sobre pedido ou dívida para um número que não bate com um cadastro. Preço, então,
vem desligado de fábrica: em material de construção o preço é negociado, e robô
respondendo tabela tira do vendedor a chance de fechar.
O aviso que a gente dá antes de você conectar
A conexão com o WhatsApp usa a mesma tecnologia do WhatsApp Web. A Meta pode bloquear
números que a utilizam por meio de sistema, e se isso acontecer com o número da
fachada a loja perde o contato que está em todo lugar. Por isso a própria tela de
conexão recomenda um número separado, e o sistema segura o ritmo de uma conta nova.
Junto com isso, ficou de fora:
Disparo de campanha em massa para lista de clientes
Robô respondendo preço sem alguém ligar a chave
Modelo de IA conversando solto em nome da loja
Resposta automática por cima de quem já assumiu o atendimento
Dado de cliente para número que não casou com um cadastro
06 / Jornada da equipe
Quem abriu a loja hoje, e quanto cada um trabalhou no mês
Loja de material com 4 a 12 pessoas quase nunca tem relógio de ponto: tem um caderno
na gaveta, ou a memória do gerente. Aí chega o fim do mês e ninguém sabe dizer quem
ficou até mais tarde na descarga da terça, quem faltou com atestado e quem tem hora
para compensar. Este módulo entrou no sistema em 13 de agosto de 2026 e é a
novidade mais recente do AstroMatCon.
Registrar não é vigiar
A batida guarda um ponto da localização — só para dizer se a pessoa estava na
loja naquele instante. Não existe trajeto, não existe tela de mapa acompanhando
ninguém, e o funcionário lê e aceita isso em três linhas na primeira vez que usa o
celular. Uma vez só, e antes de existir qualquer coordenada gravada em nome dele.
Fora do raio avisa, nunca bloqueia
Bloquear a marcação é proibido pela Portaria 671/2021 — e seria pior na prática: o
GPS do celular erra 200 metros dentro de uma loja de alvenaria, e o registro que
deixou de existir é justamente a prova que faria falta depois. O sistema grava,
marca em vermelho e deixa o gerente perguntar.
Batida não se apaga
Cada marcação recebe um número sequencial e um código que embaralha o conteúdo dela
junto com o da anterior — mexer numa quebra a corrente inteira, e a tela de
integridade aponta em qual. Corrigir aqui é sempre acrescentar: a batida
duplicada fica riscada com o motivo, e a esquecida entra identificada como ajuste,
com o nome de quem incluiu.
2toques para bater: o PIN e o botão, no celular da própria pessoa
0relógio de ponto para comprar, instalar ou levar para consertar
830batidas reconferidas uma a uma na loja de demonstração, sem nenhum elo quebrado
6meses de validade do saldo do banco de horas (CLT art. 59 §5)
Caso 01
O ponto é o celular que a pessoa já tem no bolso
O gerente deixa um QR code colado no balcão, ou manda o link pelo WhatsApp. Na
primeira vez a pessoa escolhe o nome, digita o PIN de quatro dígitos e aceita o
aviso de localização; daí em diante bater é abrir a tela e tocar no botão grande. O
motorista e o auxiliar não precisam — nem devem ter — login do sistema.
Primeira vez
O aceite é de quem bate, e vem antes da primeira coordenada.
Comprovante
Comprovante por batida: número, hora oficial, distância e código.
A hora é a do servidor, não a do aparelho. O relógio do celular é gravado do
lado, só para sinalizar quando as duas horas discordam muito — celular com data
mexida não vira hora trabalhada. E o comprovante não é enfeite: emitir um a cada
marcação é exigência da mesma portaria.
Caso 02
Quem está na loja agora — a tela que o gerente abre de manhã
Antes de espelho, saldo ou fechamento, o módulo responde a pergunta do dia a dia:
quem entrou, quem já saiu, quem ainda não bateu e o que precisa ser conferido. Hoje
a resposta é “olha lá no salão”.
Ponto do Dia
Loja de demonstração: 3 na loja, 2 já saíram, 1 não bateu — e a batida das 14:14
do motorista, feita a 2,6 km, sinalizada em vermelho.
A batida vermelha não travou nada. O motorista estava entregando material do
outro lado do bairro e bateu de lá; a marcação existe, aparece marcada e vira uma
conversa de trinta segundos. O que o sistema nunca faz é decidir sozinho que aquilo
foi fraude.
Caso 03
O espelho do mês, com a correção à vista
Dia a dia: o previsto pela grade da pessoa, as batidas, o que foi trabalhado e o
saldo. Sem grade cadastrada não existe saldo, e o sistema mostra as batidas sem
inventar dívida — dizer "devendo 8h" para quem nunca teve jornada cadastrada seria
acusar por falta de configuração.
Espelho do mês
Dia 05 abonado por atestado · dia 06 com a batida duplicada riscada · dia 07 com a
volta do almoço incluída como ajuste · dia 10 devendo 1h26, dia 11 com 1h19 a mais.
Nada some, tudo fica explicado. A batida duplicada continua na linha, riscada,
com o motivo de quem tirou do cálculo. A marcação incluída pelo gerente aparece com
a tarja de ajuste para sempre — nunca como se a pessoa tivesse batido.
Caso 04
Atestado pela câmera, “esqueci de bater” pelo celular
O atestado nasce no celular de quem foi ao médico: a pessoa fotografa e envia, a
imagem é reduzida no próprio aparelho e chega numa fila. Quem esqueceu de bater
manda o pedido pelo mesmo lugar, com o horário e o motivo. Para o gerente é uma fila
só, com um selo na tela que ele já abre de manhã.
Pendências do ponto
A foto do atestado abre ampliada; ao lado, o que muda no saldo se você aprovar.
Aprovar tem consequência escrita na tela. Aprovar o atestado abona o
dia — ele deixa de contar como falta e não vira dívida no banco de horas. Aprovar o
pedido cria a marcação, identificada como ajuste e com o nome de quem
aprovou. Dá para abonar só parte do dia, para quem saiu na consulta e voltou.
Caso 05
O mês que trava, e a hora que não evapora
Fechar a competência congela o espelho: ele para de ser recalculado e passa a valer
como está. Sem isso, mudar a jornada de alguém em novembro reescreveria o espelho de
março que a pessoa já assinou. Depois de fechado, mexer no mês exige reabrir — com
motivo, e o motivo fica gravado.
Fechamento do ponto
Julho fechado para as 7 pessoas do quadro, com o saldo de cada uma indo para o
banco de horas.
O saldo tem safra, e vence a favor de quem trabalhou. A compensação come
sempre a hora mais antiga primeiro, e o que passa de seis meses não é zerado em
silêncio: vira extra a pagar, sinalizado na tela. Zerar caladinho seria
apagar dinheiro do funcionário — e é o tipo de erro que ninguém percebe.
Caso 06
A prova que alguém confere
Guardar um código de segurança em cada batida não vale nada se ninguém nunca
recalcular. A tela de integridade percorre os registros na ordem, recalcula cada
código com a mesma função que gravou e aponta o número exato de qualquer
elo quebrado.
Integridade do ponto
830 registros reconferidos um a um, e a mesma tela dizendo o que ela ainda não é.
Foi testado quebrando. Alterar uma batida direto no banco de dados acusa na
hora, com o número do registro. As marcações originais também saem em arquivo,
sem nenhum tratamento — que é o primeiro pedido de quem fiscaliza.
O aviso que a gente dá antes de você ligar
Registro de ponto só é obrigatório em estabelecimento com mais de 20 trabalhadores
(CLT art. 74 §2). Para a loja de 4 a 12 pessoas isto aqui é ferramenta de gestão, e é
assim que a própria tela se apresenta. O módulo já nasce com o alicerce do ponto
eletrônico — registro imutável, número sequencial, código encadeado e comprovante por
batida —, mas ainda não é um REP-P homologado: falta o arquivo AFD no layout
oficial da Portaria 671/2021 e o termo do desenvolvedor. Se a sua empresa passa de 20
pessoas, converse com o contador antes de usá-lo como prova legal. Também ficou de
fora, de propósito:
Folha de pagamento, verbas, encargos e adicional noturno
Envio ao eSocial
Bloquear a batida de quem está fora do raio
Reconhecimento facial ou digital
Marcação automática, feita pelo sistema no lugar da pessoa
Escala rotativa 12x36 e integração com relógio de parede
07 / Por que este e não outro
Feito para quem não tem departamento de TI
01
Ensina enquanto você usa
Toda tela tem explicação em português de gente. E existe um assistente dentro do
sistema para perguntas do tipo "como faço uma devolução?" ou "como importo a nota
do fornecedor?", com a resposta apontando o caminho.
Central de ajuda
02
O sistema diz o que fazer agora
Em vez de esperar você procurar problema, a tela inicial mostra o que está
pendente: conta vencida, produto no mínimo, caixa fechado com venda em dinheiro,
orçamento prestes a vencer. Cada aviso tem um botão que resolve.
Início
03
Funciona no celular do balcão
Não é um site espremido: as telas se reorganizam para a tela pequena, e as tabelas
viram fichas legíveis. Dá para conferir o caixa, olhar o estoque ou lançar uma
venda com o telefone na mão.
No celular
04
Difícil estragar, fácil desfazer
Produto com venda no histórico não some do sistema. O que é excluído vai para uma
lixeira e pode voltar. Estoque não fica negativo por descuido, e a numeração
fiscal não repete nem pula.
Lixeira
05
Cresce junto com a loja
Começa com um balcão e uma pessoa. Depois vêm o segundo caixa, o entregador, a
filial, o certificado digital. Nada disso exige trocar de sistema nem recomeçar o
cadastro do zero.
Rede de lojas
08 / Dicionário
As palavras do sistema, sem enrolação
Se algum termo destes aparecer numa conversa sobre sistema e você não quiser fingir
que entendeu, aqui está o que cada um quer dizer.
Uma forma de separar o que importa do que enche prateleira. Os produtos A são os
poucos que respondem por cerca de 80% das vendas, os B ficam no meio e os C são
a cauda longa. Serve para decidir o que nunca pode faltar.
Markup é quanto você soma em cima do custo. Margem é quanto sobra do preço de
venda. Um produto que custa 100 e vende por 150 tem markup de 50% e margem de
33%. Confundir os dois é o jeito mais rápido de vender achando que ganha.
Ruptura é o produto que acabou e o cliente foi comprar na concorrência. Giro é a
velocidade com que a mercadoria sai. Estoque parado é dinheiro dormindo, ruptura
é venda perdida, e o equilíbrio entre os dois é o jogo da loja.
O fiado organizado: a venda é fechada hoje e paga depois, em uma ou mais
parcelas. No sistema, cada cliente tem limite e saldo, e cada parcela vira uma
conta a receber com data de vencimento.
Adquirente é a empresa da maquininha. MDR é a taxa que ela cobra por venda. D+30
é quando o dinheiro cai na conta. Vender 1.000 no crédito não é receber 1.000
hoje, e o sistema calcula o líquido e a data certa.
NFC-e é a nota do consumidor, aquele cupom com QR code. NF-e é a nota entre
empresas. DANFE é o papel que representa a nota eletrônica: o documento que vale
é o arquivo enviado à Receita, o impresso é só a cópia legível.
O arquivo que funciona como a assinatura digital da empresa, comprado em uma
autoridade certificadora e válido por um ano. É o que permite emitir nota. No
AstroMatCon ele fica guardado criptografado, e só é usado na hora de assinar.
Os tributos que substituem, aos poucos, ICMS, ISS, PIS e COFINS na reforma
tributária. Em 2026 eles aparecem na nota em alíquota de teste, sem recolhimento,
e o sistema já calcula e apura para você não ser pego de surpresa.
Sangria é tirar dinheiro do caixa durante o turno, para o cofre ou para pagar
algo. Suprimento é o contrário, colocar dinheiro para ter troco. Registrar os
dois é o que faz a conferência do fim do dia bater.
A lista da carga de um caminhão: quais entregas vão juntas, para quais
endereços, com quem. É o papel que o entregador leva e o controle de quem ficou
na loja.
Contar de verdade o que existe na prateleira e comparar com o que o sistema diz.
A diferença encontrada é o que sumiu, quebrou ou foi lançado errado. Fazer isso
com frequência é o que mantém o estoque confiável.
Um produto vendido como conjunto, montado a partir de outros. Ao vender o kit, o
sistema baixa cada componente do estoque, então o inventário continua batendo.
O quadro do que ainda pode virar venda. Cada cartão é um negócio — um cliente,
um valor, um responsável — e as colunas são as etapas por onde ele passa até
fechar ou se perder. Serve para responder duas perguntas: quanto dinheiro está
em jogo agora, e de quem é a bola.
O nome de cada cartão do funil: um negócio em aberto. Ela pode nascer de um
orçamento, de uma conversa no WhatsApp ou de alguém que só passou perguntando
preço, e guarda tudo que aconteceu no caminho — ligação, visita, orçamento
enviado, tarefa marcada.
A resposta automática do WhatsApp da loja. Aqui ela só diz o que está no seu
sistema — onde está a entrega, como está a ordem de serviço, quanto o cliente
tem em aberto, o horário e o endereço da loja. Quando não sabe, chama um
atendente em vez de inventar.
O extrato do mês de uma pessoa: dia a dia, o que era previsto pela jornada dela,
as batidas que aconteceram, o que foi trabalhado e o saldo de cada dia. É o
documento que se imprime para o funcionário conferir e assinar no fim do mês.
A conta corrente de tempo: quem trabalhou além do previsto fica com saldo a
compensar, e quem ficou devendo abate depois. Por acordo individual, a lei dá
seis meses para compensar (CLT art. 59 §5). No AstroMatCon a compensação come
sempre a hora mais antiga primeiro, e o que vence não é apagado — vira hora
extra a pagar, sinalizada na tela.
Tirar o dia da conta sem transformá-lo em falta nem em dívida de horas. É o que
acontece quando o gerente aprova um atestado: aquele dia deixa de cobrar o
previsto. Dá para abonar só parte, para quem saiu na consulta e voltou.
A distância aceita entre a batida e o endereço da loja — 150 metros de fábrica,
porque o GPS de celular erra bastante dentro de alvenaria. O sistema leva a
margem de erro do próprio aparelho em conta: só acusa "fora" quando nem no
melhor caso a pessoa estaria dentro. E acusar não é bloquear.
O vocabulário do ponto eletrônico por software na Portaria 671/2021. REP-P
é o programa homologado; NSR é o número sequencial que cada batida recebe
e que nunca se repete; AFD é o arquivo em formato oficial que o fiscal
pede. O AstroMatCon já grava NSR e trava a batida contra alteração, mas ainda
não gera o AFD — e diz isso na própria tela, em vez de vender conformidade que
não tem.
09 / Dúvidas
O que as pessoas perguntam antes de testar
Não. O AstroMatCon abre no navegador, no computador da loja, no notebook de casa
ou no celular. Não há programa para instalar, nem servidor para manter dentro da
loja, e a atualização acontece sem você precisar fazer nada.
Você escolhe um usuário e uma senha na tela de entrada, e o sistema cria uma
conta de teste só sua, já com uma loja montada: catálogo, clientes, fornecedores
e histórico de vendas de exemplo. Dá para vender, fechar o caixa e emitir uma
nota simulada sem cadastrar nada antes, e sem informar cartão.
Sim. Com o certificado digital A1 da sua empresa cadastrado, o sistema monta,
assina e transmite NFC-e e NF-e para a Secretaria da Fazenda, imprime o cupom ou
a DANFE e faz o cancelamento dentro do prazo. Antes de valer para valer, dá para
testar tudo em ambiente de homologação, que é o modo de treino oficial.
Dá. O caminho mais rápido é trazer o catálogo pelas notas de compra em XML, que
já vêm com nome, NCM e custo. Clientes e saldos podem ser importados a partir de
planilha. Vale conversar antes para combinar a ordem das coisas e escolher uma
data de virada.
Serve. O sistema foi desenhado pensando em material de construção, ferragens e
depósitos, que são os casos mais difíceis (venda por metro e por saco, entrega,
crediário, kit, várias tabelas de preço). Qualquer varejo com estoque e balcão
usa o mesmo conjunto.
Não precisa: o CRM funciona sem o WhatsApp conectado — o funil, as tarefas e a
lista de quem procurar hoje continuam valendo, e a mensagem pronta abre no seu
WhatsApp normal, como já acontece hoje.
Quando você conecta, o sistema passa a receber as conversas dentro dele. Essa
conexão usa a mesma tecnologia do WhatsApp Web, e a Meta pode bloquear números
que a utilizam por meio de sistema. Por isso a recomendação, que aparece na
própria tela antes de conectar, é usar um número separado do que está na
fachada, no Google e no cartão. O sistema também não dispara mensagem em massa
e segura o ritmo de uma conta recém-conectada, que é o comportamento que mais
chama atenção.
O sistema roda na nuvem, então precisa de conexão para operar. Na prática, vale
ter um plano de celular como reserva no roteador da loja, que é o mesmo cuidado
que a maquininha de cartão já exige hoje.
Seus. Cada loja tem seu próprio espaço isolado no banco de dados, as listas podem
ser exportadas em planilha a qualquer momento e os XML das notas emitidas ficam
guardados e disponíveis para o seu contador.
Usamos, em pontos escolhidos, e ela nunca produz o número final. A IA lê texto
bagunçado (a descrição do fornecedor, a lista do cliente, o cabeçalho da
planilha antiga) e devolve uma sugestão; quem calcula é o sistema e quem aprova
é você. Quando ela não tem certeza, a tela mostra em vermelho e pede a sua
decisão, em vez de chutar. E tudo continua funcionando se a IA sair do ar: a
entrada de nota, a conferência do cadastro e as respostas sobre os seus números
rodam sem modelo nenhum.
Não precisa comprar nada: a batida é no celular que a pessoa já tem, e o único
“equipamento” é um QR code impresso no balcão. Sobre a lei: registro de ponto só
é obrigatório acima de 20 trabalhadores (CLT art. 74 §2), e é por isso que o
módulo se apresenta como controle de jornada para a gestão da loja. Ele já grava
do jeito que a norma exige — registro que não se apaga, número sequencial,
código encadeado e comprovante a cada batida —, mas ainda não é um REP-P
homologado, porque falta o arquivo AFD no layout oficial. Se a sua empresa
passa de 20 pessoas, converse com o contador antes de usá-lo como prova.
A batida acontece do mesmo jeito. Ela fica registrada com a distância até a loja
e aparece sinalizada para o gerente conferir — bloquear é proibido pela portaria
e seria pior na prática, porque o registro que deixou de existir é justamente a
prova que faltaria depois. Se o celular não der localização nenhuma (a pessoa
negou a permissão, o sinal está ruim), a marcação também é aceita, marcada como
sem localização. E o que fica guardado é um ponto por batida: não existe
trajeto, nem tela de mapa acompanhando ninguém.
O teste é gratuito e não pede cartão: dá para conhecer o sistema inteiro antes de
qualquer conversa sobre dinheiro. O valor de uso na sua loja depende do tamanho da
operação (quantos caixas, quantas lojas, se vai emitir nota fiscal), e é combinado
caso a caso.
Comece agora
Veja o sistema com uma loja já montada
Escolha um usuário e uma senha, entre, e passeie por tudo o que você viu nesta página
com dados de exemplo. Sem cartão, sem instalação, sem cadastrar nada antes.