Pular para o conteúdo
AstroMatCon Testar grátis

Sistema de gestão comercial

O sistema que fecha a venda, o caixa e o mês.

O AstroMatCon cuida do balcão, do estoque, do dinheiro, da nota fiscal, do WhatsApp e agora também do ponto da equipe da sua loja de material de construção. E explica cada passo enquanto você usa, sem manual de 200 páginas.

A conta de teste é gratuita, já vem com uma loja montada (catálogo, clientes e vendas de exemplo) e não pede cartão.

Início
Tela inicial do AstroMatCon com os primeiros passos, as pendências do dia e os indicadores do mês
150+telas prontas, do balcão à apuração fiscal
13relatórios gerenciais, sem montar planilha
0instalação: abre no navegador do computador ou do celular
2 minpara entrar e ver o sistema com dados de exemplo

01 / O que é

Um sistema só, no lugar de cinco cadernos

A maioria das lojas trabalha com o sistema do caixa de um lado, a planilha do estoque do outro, o caderninho do fiado numa gaveta e o contador esperando as notas no fim do mês. Cada um desses pedaços conta uma história diferente do mesmo dia.

O AstroMatCon junta esses pedaços: a venda que sai do balcão baixa o estoque, gera o recebimento, entra na conferência do caixa e aparece no relatório do mês, na hora, sem ninguém redigitar nada.

  1. Orça a obra do cliente Da medida ao material: dez tipos de cálculo, com o preço da sua loja, virando orçamento e depois venda.
  2. Vende no balcão PDV com leitor de código de barras, várias formas de pagamento na mesma venda, desconto, troco e crediário.
  3. Controla o estoque Entrada de mercadoria pelo XML da nota do fornecedor, inventário, kits, validade e transferência entre lojas.
  4. Cuida do dinheiro Abertura e fechamento de caixa com conferência, contas a pagar e a receber, despesas e taxa de cartão.
  5. Não perde o cliente de vista Funil de vendas, WhatsApp da loja dentro do sistema e a lista de quem procurar hoje, montada pelo próprio sistema.
  6. Cuida da jornada da equipe Cartão de ponto no celular de quem trabalha, com espelho do mês, atestado, banco de horas e o mês que fecha.
  7. Emite a nota NFC-e e NF-e com o certificado digital da sua empresa, cupom para o cliente e cancelamento dentro do prazo.
  8. Mostra o resultado Relatórios que respondem perguntas de dono: o que dá lucro, o que está parado, quem vende mais, para onde foi o dinheiro.

02 / Um dia na loja

Do primeiro café ao fechamento do caixa

A melhor forma de entender um sistema é ver o dia inteiro passar dentro dele. Cada momento abaixo é uma tela real do AstroMatCon. Clique em qualquer imagem para ampliar.

07:55

A equipe bate o ponto no próprio celular

Antes de abrir a porta, cada um bate no celular: PIN e um toque, dentro do raio da loja. O gerente abre uma tela e vê quem já chegou, quem ainda não bateu e o que precisa conferir — sem relógio de ponto na parede.

  • Comprovante na hora, com a distância até a loja
  • Batida fora do raio aparece marcada, e nunca é bloqueada
  • Atestado e “esqueci de bater” entram por uma fila só
Ponto do Dia
Ponto do dia mostrando quem está na loja agora, quem já saiu e quem ainda não bateu
08:00

Abre o caixa com o fundo de troco

O turno começa declarando quanto tem na gaveta. A partir daí, toda venda em dinheiro entra nessa conta, e no fim do dia o sistema sabe exatamente quanto deveria haver ali.

  • Um turno por PDV, com o nome de quem abriu
  • Sangria e suprimento registrados na hora
  • Venda em dinheiro fora de turno aparece como pendência
Caixa
Tela do caixa mostrando o turno aberto, o fundo de troco e os movimentos do dia
09:10

Bipa a venda no balcão

O balconista digita o nome ou passa o leitor no código de barras. O produto entra com o preço da tabela escolhida (varejo ou atacado) e o carrinho vai somando. Antes de fechar, dá para ver a margem de cada item.

  • Busca por nome ou código de barras
  • Atalhos de teclado para quem trabalha sem soltar o mouse
  • Rentabilidade do carrinho antes de dar desconto
PDV, venda rápida
PDV do AstroMatCon com cinco itens no carrinho e o total da venda em destaque
09:12

Recebe do jeito que o cliente puder pagar

Metade no cartão, metade em dinheiro, o resto no fiado. O sistema aceita várias formas na mesma venda, calcula o troco, respeita o limite de crediário do cliente e já cria as parcelas a receber.

  • Dinheiro, cartão, PIX, crediário e mais de uma forma por venda
  • Desconto em reais ou em porcentagem, com limite por usuário
  • Crediário só para quem tem limite liberado
Fechamento da venda
Janela de finalização da venda com vendedor, cliente, desconto, formas de pagamento e troco
11:40

Chega o caminhão do fornecedor

Em vez de digitar item por item, você joga o XML da nota de compra no sistema. Ele lê os produtos, atualiza o custo, sobe o estoque e ainda deixa a conta a pagar registrada.

  • Entrada de mercadoria pelo XML da NF-e do fornecedor
  • Custo atualizado, estoque somado e conta a pagar criada
  • Produto novo pode ser cadastrado direto da nota
Importar XML da compra
Tela de importação do XML da nota do fornecedor para dar entrada no estoque
14:05

O cliente chega com a medida, não com a lista

“Preciso revestir uma área de 48 metros.” Em vez de calcular no papel ou chutar, você escolhe o tipo de serviço, digita a medida e o sistema devolve a lista de material com quantidade, perda embutida e o preço que a sua loja cobra.

  • Dez tipos de cálculo, de piso a laje pré-moldada
  • Cada material casado com o seu catálogo e o seu saldo
  • A lista vira orçamento sem redigitar nada
Calculadora de obra
Calculadora de obra transformando 48 metros quadrados em lista de material com preço da loja
15:20

Faz orçamento, agenda entrega, abre uma OS

O pedreiro quer o preço de uma lista grande. Você monta o orçamento, ele volta dois dias depois, e o orçamento vira venda com um clique, já baixando o estoque. Se a carga precisa de caminhão, entra no romaneio do dia.

  • Orçamento e pedido que viram venda sem redigitar
  • Entregas organizadas por romaneio e entregador
  • Ordem de serviço para o que precisa de técnico
  • Foto do material no local, tirada pelo entregador, como comprovante
Orçamentos
Lista de orçamentos com validade, valor e situação de cada documento
16:45

Responde o WhatsApp e cobra quem sumiu

As mensagens que chegam no número da loja entram como uma fila: dá para ver quem está esperando há mais tempo e quem já assumiu cada conversa. Antes de fechar o dia, o sistema ainda mostra a lista de quem procurar — com a mensagem escrita, pronta para você conferir e enviar.

  • Conversa aberta com o histórico do cliente do lado
  • Papo que virou negócio entra no funil com um botão
  • Quem procurar hoje é o sistema que decide, e você resolve em um clique
Atendimento
Fila de atendimento do WhatsApp com as conversas novas, em atendimento e resolvidas
18:00

Fecha o caixa e confere o que sobrou

Você conta o dinheiro da gaveta e digita o valor. O sistema mostra, forma por forma, o que passou pelo turno e diz na hora se sobrou, se faltou, e quanto. Sem descobrir a diferença três dias depois.

  • Conferência ao vivo, comparando o contado com o esperado
  • Cartão e PIX conferidos junto do dinheiro
  • Turnos anteriores guardados para consulta
Fechamento de caixa
Conferência do fechamento de caixa com o recebido por forma de pagamento
30º dia

E no fim do mês, a conta que interessa

Faturamento é vaidade, lucro é resultado. O relatório de rentabilidade mostra quanto entrou, quanto custou a mercadoria vendida e o que sobrou de verdade, no período que você escolher.

  • Custo da mercadoria vendida calculado item a item
  • Margem por produto, por cliente e por vendedor
  • Comparação com a meta do mês na tela inicial
Rentabilidade
Relatório de rentabilidade com faturamento, custo, lucro e margem do período

03 / O sistema por dentro

Escolha um módulo e veja a tela de verdade

Nada aqui é ilustração. Todas as imagens são capturas do sistema rodando com uma loja de demonstração. Use os botões abaixo de cada tela para trocar a imagem.

Balcão e vendas

O lugar onde a loja ganha dinheiro precisa ser rápido e à prova de fila. O PDV foi desenhado para funcionar no teclado, com o leitor de código de barras e com o cliente esperando na frente.

PDV
PDV com carrinho montado
Carrinho aberto, com total e número de itens sempre visíveis.
  • Busca por nome ou leitor de código de barras
  • Tabela de preço por venda: varejo, atacado ou a que você criar
  • Desconto em reais ou em porcentagem, com teto por usuário
  • Várias formas de pagamento na mesma venda, com troco automático
  • Crediário respeitando o limite e o saldo em aberto do cliente
  • Rentabilidade do carrinho antes de fechar
  • Devolução e troca que devolve ao estoque e abate as parcelas
  • Cupom e DANFE para imprimir na hora
  • Lista da obra colada do WhatsApp virando carrinho
  • Parceiro que indicou registrado na venda e na comissão
  • Frete cobrado do cliente somando no total e indo para a nota
  • Teto de desconto por produto, além do teto por usuário
  • Saldo do crediário do cliente na tela antes de fechar a venda
  • Conferência automática antes de finalizar: estoque, limite e cadastro
  • Faltou aqui? O PDV mostra em qual outra loja da rede o produto tem saldo
  • Devolução vira vale-crédito do cliente, usado como pagamento na próxima venda

04 / Inteligência artificial

IA que tira trabalho da sua mão, não que enfeita a tela

Quase todo sistema hoje anuncia inteligência artificial, e quase sempre é um chat que responde o que a tela de relatório já mostrava. Aqui a régua é outra: a IA só entra onde ela apaga digitação, e o que ela produz passa por conferência antes de virar dado.

O número nunca sai do modelo

Todo valor que você vê foi calculado por conta escrita à mão e coberta por teste. A IA lê texto bagunçado e devolve estrutura; somar, comparar e decidir é do sistema. Modelo que inventa número erra com convicção, e num ERP isso é pior do que não ter a função.

Se a IA cair, a loja não para

Nenhuma função depende dela para funcionar. O assistente responde por consulta fechada ao banco, a nota do fornecedor entra pelo casamento determinístico, a conferência do cadastro roda sem modelo nenhum. A IA acelera, nunca é o caminho crítico.

Ela precisa se pagar

Cada ideia foi medida contra uma regra simples antes de virar chamada de API. Em quatro dos sete casos a regra ganhou do modelo, e ficou a regra. É por isso que a conta de IA aqui é baixa: ela só roda no resto que a regra não resolve.

1.513testes automatizados, todos verdes
117casos de referência medindo o casamento de itens
97,5%de cobertura com 100% de precisão, sem chamar IA
10.514códigos NCM oficiais validando o cadastro

Caso 01

A nota do fornecedor entra sem digitação

Você joga o XML da compra no sistema. Ele casa cada item do fornecedor com o seu catálogo em cascata: primeiro o vínculo que você já confirmou antes, depois o código de barras, depois a descrição, e só o que sobra vai para a IA. O que ele não tem certeza, ele recusa, em vez de chutar.

Importar NF-e de compra
Tela de importação do XML mostrando quatro itens casados, um recusado e a conversão de caixa para metro
Nota real de fornecedor com 6 itens, importada na loja de demonstração.

4 de 6 casados sem gastar um centavo de IA. A armadilha de bitola (TB PVC SOLD 50MM contra o seu tubo de 25mm) foi recusada em vez de casada errado. E a caixa de cabo virou estoque de verdade: 6 CX → 600 MT, com o custo caindo de R$ 185,00 para R$ 1,85 por metro, lido de “CX C/ 100” na descrição.

Caso 02

A lista escrita no papel vira carrinho

O cliente chega com a lista da obra num bilhete ou no WhatsApp. Você cola o texto como ele veio, com abreviação, erro de digitação e tudo. O sistema procura cada linha no seu catálogo, entende a quantidade e monta o carrinho.

PDV · Lista da obra
Lista da obra colada no PDV, com quatro itens reconhecidos e dois com candidatos sugeridos
Seis linhas escritas à mão viraram um carrinho de R$ 1.662,10.

5 das 6 linhas viraram item de carrinho, com a quantidade certa: “10 sacos de cimento” entrou como 10 × CIMENTO CP II 50KG. A linha que ele não reconheceu com segurança não entra sozinha: aparece em vermelho, com os candidatos parecidos ao lado, para você escolher. Nada é adicionado por adivinhação.

Caso 03

O sistema confere o seu cadastro de madrugada

Toda noite ele varre o catálogo atrás de problemas que não aparecem em tela nenhuma e que ninguém iria reclamar: preço abaixo do custo, cliente cadastrado duas vezes, produto duplicado com o nome escrito diferente, NCM que não existe na tabela oficial.

Conferência do cadastro
Conferência do cadastro listando NCMs inexistentes e produtos vendidos abaixo do custo
Varredura executada na loja de demonstração, sem nada plantado.

7 achados na primeira passada. Quatro produtos com NCM que a SEFAZ recusaria na hora de emitir (rejeição 778, com o cliente esperando no balcão) e três kits vendidos abaixo do custo, o pior deles com R$ 413,28 de prejuízo por unidade vendida (custa R$ 633,18 e sai por R$ 219,90).

Caso 04

Pergunte “por que”, não só “quanto”

Relatório responde quanto. O assistente responde por quê: ele separa o que foi quantidade de venda do que foi tamanho de venda, e mostra qual categoria puxou o resultado. A conta é exata e fechada por teste; o modelo só escreve a frase.

Central de Ajuda
Assistente respondendo quanto vendeu, por que as vendas subiram e o que está acabando no estoque
Perguntas feitas em português comum, respondidas com os seus dados.

“Por que as vendas subiram esse mês?” devolveu: subiu 278,7%, o ticket médio saiu de R$ 101,04 para R$ 398,56 (respondendo por R$ 7.140,48), o número de vendas quase não mudou, e a alta veio de Elétrica, Hidráulica e Pintura. Esta resposta saiu sem nenhuma chave de IA configurada. Logo abaixo do chat ficam 15 guias de “como se faz”, que são as mesmas respostas e também não dependem de conexão.

Caso 05

De quem cobrar resposta hoje

Orçamento parado é venda quase feita. O sistema classifica cada um pela situação (recente, esfriando, vencendo, vencido) e monta a mensagem certa para cada caso, pronta para abrir no WhatsApp.

Retomar orçamento
Janela de retomada de orçamento com a mensagem pronta para enviar no WhatsApp
O julgamento é do sistema; o texto, você confere antes de enviar.

O valor está no julgamento, não no texto. Orçamento vencido não oferece “posso separar?”, porque seria prometer um preço que já mudou. Orçamento pedido hoje não é cobrado: a tela avisa “ainda é recente, vale esperar”.

Caso 06

A planilha do sistema antigo, em qualquer formato

Migrar costuma ser o motivo de ninguém trocar de sistema. Aqui você sobe a planilha que tiver, com os nomes de coluna que o sistema antigo usava, e o AstroMatCon descobre o que ela é — catálogo, clientes ou fornecedores — e o que é cada coluna, antes de importar.

Importar cadastros
Importação de planilha reconhecida como de clientes, com cada coluna do sistema antigo associada a um campo
Ele diz por que decidiu: “3 de 6 documentos da amostra são CPF”. Errou? É um clique para trocar.

Cabeçalho desconhecido é justamente onde a IA ganha, e é o único caso em que ela ganhou com folga: ela lê o cabeçalho e três linhas de exemplo, nunca as quatro mil. De quebra, a tela avisa quando um produto da planilha já parece existir no seu catálogo, antes de criar cadastro repetido, e a importação corre em lotes com barra de progresso — catálogo de milhares de itens não trava a tela.

Caso 07

O balconista que sabe responder

“Está caro”, “vou pensar”, “qual a diferença entre os dois?”. O assistente de vendas monta o argumento com o preço que a sua loja cobra, o saldo que ela tem e o que costuma sair junto. É o único ponto do sistema em que a IA escreve o texto que vai para o cliente, e mesmo aqui os números continuam sendo os seus.

Assistente de vendas
Assistente de vendas com atalhos para argumento, objeção de preço e explicação de produto
Argumento, explicação e resposta a objeção, presos ao catálogo da loja.

A tela avisa o que não é dela: “preço e estoque vêm do seu cadastro, não do modelo; especificação técnica confira na embalagem”. É a mesma regra dos outros seis casos, escrita onde o balconista lê. Esta função é a única que depende da chave de IA ligada, e ligá-la é um campo na tela de configuração.

E o que a gente decidiu não fazer

A lista abaixo é tão importante quanto a de cima. Cada item foi avaliado e recusado, porque o risco de errar em silêncio é maior do que a comodidade.

  • IA decidindo preço de venda
  • “Previsão de demanda com inteligência artificial”
  • Chatbot com permissão para executar ação sozinho
  • Modelo escrevendo consulta livre no seu banco de dados
  • Selo “com IA” espalhado pela interface

05 / Relacionamento

O cliente perguntou, sumiu, e ninguém correu atrás

É a venda mais barata que existe: alguém que já falou com a sua loja. Mesmo assim ela é a que mais se perde, porque o orçamento fica num bloco, a conversa fica no celular de um vendedor e o “ligo semana que vem” não fica em lugar nenhum. Este módulo entrou no sistema em agosto de 2026.

A conversa mora onde estão os dados

Quase tudo que um CRM precisa saber já está aqui: o que o cliente comprou, quanto deve, qual entrega está a caminho, qual ordem de serviço está na bancada. Um CRM separado teria que sincronizar tudo isso — e sincronia é onde os números começam a divergir. Aqui a conversa abre com a ficha do cliente do lado, sem integração nenhuma.

O sistema decide quando cobrar

O vendedor não precisa manter uma agenda paralela de “quem eu prometi retornar”. A fila do dia é montada pelo sistema a cada vez que a tela abre, e o vendedor só diz o que aconteceu em um clique: falei, adiar, sem interesse, virou oportunidade nova.

Ele não dispara em massa, de propósito

Envio em lote para lista de contatos é justamente o que faz o WhatsApp bloquear o número da loja — aquele que está no Google, no cartão e na placa. O sistema responde a quem escreveu primeiro; para procurar quem nunca falou, continua valendo o botão que abre a conversa com o texto pronto, você conferindo antes de enviar.

2quadros: o que está em jogo, e quem está falando com a loja agora
1clique para responder o que aconteceu com cada cliente da fila
5perguntas que o robô responde sozinho, todas com dado do seu sistema
0disparo de campanha em massa, por decisão de produto

Caso 01

O funil que já nasceu com os seus orçamentos dentro

Cada cartão é um negócio em aberto, e você arrasta de coluna com o mouse ou pelo celular. As etapas são cadastráveis, porque o funil de quem vende para obra não é o de quem vende no balcão. Ao marcar perda, o motivo é obrigatório — é a única forma de o relatório responder por que a loja perde.

Funil de vendas
Quadro do funil de vendas com colunas de contato, orçamento enviado, negociação, ganhou e perdeu
Quadro da loja de demonstração: 28 negócios em aberto, R$ 32,4 mil em jogo, 19 pedindo resposta.

Ele não começa vazio. Na hora em que o módulo é ligado, os orçamentos ainda abertos da sua loja viram cartões — com cliente, valor e validade. O quadro do primeiro dia já é o retrato do que estava parado.

Caso 02

O WhatsApp da loja vira fila, e não caixa de entrada

As mensagens que chegam no número da loja aparecem como uma fila de atendimento: novas (ninguém assumiu), atendendo, aguardando o cliente e resolvidas. Este quadro não se arrasta: as colunas são estados, e mover é um ato com nome — assumir, transferir, resolver — que fica registrado com quem fez.

Atendimento
Quadro de atendimento com conversas novas, em atendimento, aguardando cliente e resolvidas
O número do topo é o que decide a hora: há quanto tempo espera quem ninguém assumiu.

Quem responde vê a ficha, não só a mensagem. Ao abrir a conversa, do lado aparecem quanto o cliente já comprou, quanto está em aberto e o que ele levou da última vez. E se aquele papo virar negócio, um botão transforma a conversa em oportunidade no funil, já marcada como vinda do WhatsApp.

Caso 03

De quem cobrar resposta hoje, decidido pelo sistema

Esta é a tela que se abre de manhã. O sistema monta a fila do dia lendo o que já existe — orçamento vencendo, cliente que sumiu, obra em andamento — e junto vem a mensagem pronta, no tom certo para cada caso. Não existe agendamento manual nem rotina noturna: a fila é recalculada toda vez que a página abre.

Acompanhamentos de hoje
Fila de acompanhamentos do dia com mensagem pronta e os botões falei, adiar, sem interesse e nova oportunidade
A mensagem é rascunho: abre no WhatsApp para você conferir e enviar.

O intervalo muda conforme a obra. Quem está com a obra andando é procurado mais vezes; quem só está pesquisando, menos; obra parada sai da frente até voltar. É o vendedor quem diz em que pé está, num clique, e a régua se ajusta sozinha.

Caso 04

O robô que só fala o que está no seu sistema

Fora do horário, ou quando ninguém pegou a conversa ainda, o autoatendimento responde as perguntas de sempre: onde está a entrega e com qual motorista, como está a ordem de serviço, quanto o cliente tem em aberto, que horas a loja abre e onde ela fica. Tudo lido do banco de dados — sem modelo de IA, por decisão.

Autoatendimento
Configuração do autoatendimento com o que o robô responde e o horário de funcionamento da loja
Ele começa desligado, e cada coisa que ele pode dizer é uma chave que você vira.

Três silêncios valem mais que as respostas. Ele não fala por cima de quem já assumiu a conversa, não finge que entendeu quando não entendeu, e não conta nada sobre pedido ou dívida para um número que não bate com um cadastro. Preço, então, vem desligado de fábrica: em material de construção o preço é negociado, e robô respondendo tabela tira do vendedor a chance de fechar.

O aviso que a gente dá antes de você conectar

A conexão com o WhatsApp usa a mesma tecnologia do WhatsApp Web. A Meta pode bloquear números que a utilizam por meio de sistema, e se isso acontecer com o número da fachada a loja perde o contato que está em todo lugar. Por isso a própria tela de conexão recomenda um número separado, e o sistema segura o ritmo de uma conta nova. Junto com isso, ficou de fora:

  • Disparo de campanha em massa para lista de clientes
  • Robô respondendo preço sem alguém ligar a chave
  • Modelo de IA conversando solto em nome da loja
  • Resposta automática por cima de quem já assumiu o atendimento
  • Dado de cliente para número que não casou com um cadastro

06 / Jornada da equipe

Quem abriu a loja hoje, e quanto cada um trabalhou no mês

Loja de material com 4 a 12 pessoas quase nunca tem relógio de ponto: tem um caderno na gaveta, ou a memória do gerente. Aí chega o fim do mês e ninguém sabe dizer quem ficou até mais tarde na descarga da terça, quem faltou com atestado e quem tem hora para compensar. Este módulo entrou no sistema em 13 de agosto de 2026 e é a novidade mais recente do AstroMatCon.

Registrar não é vigiar

A batida guarda um ponto da localização — só para dizer se a pessoa estava na loja naquele instante. Não existe trajeto, não existe tela de mapa acompanhando ninguém, e o funcionário lê e aceita isso em três linhas na primeira vez que usa o celular. Uma vez só, e antes de existir qualquer coordenada gravada em nome dele.

Fora do raio avisa, nunca bloqueia

Bloquear a marcação é proibido pela Portaria 671/2021 — e seria pior na prática: o GPS do celular erra 200 metros dentro de uma loja de alvenaria, e o registro que deixou de existir é justamente a prova que faria falta depois. O sistema grava, marca em vermelho e deixa o gerente perguntar.

Batida não se apaga

Cada marcação recebe um número sequencial e um código que embaralha o conteúdo dela junto com o da anterior — mexer numa quebra a corrente inteira, e a tela de integridade aponta em qual. Corrigir aqui é sempre acrescentar: a batida duplicada fica riscada com o motivo, e a esquecida entra identificada como ajuste, com o nome de quem incluiu.

2toques para bater: o PIN e o botão, no celular da própria pessoa
0relógio de ponto para comprar, instalar ou levar para consertar
830batidas reconferidas uma a uma na loja de demonstração, sem nenhum elo quebrado
6meses de validade do saldo do banco de horas (CLT art. 59 §5)

Caso 01

O ponto é o celular que a pessoa já tem no bolso

O gerente deixa um QR code colado no balcão, ou manda o link pelo WhatsApp. Na primeira vez a pessoa escolhe o nome, digita o PIN de quatro dígitos e aceita o aviso de localização; daí em diante bater é abrir a tela e tocar no botão grande. O motorista e o auxiliar não precisam — nem devem ter — login do sistema.

Primeira vez
Tela de celular para vincular o aparelho, com o nome, o PIN e o aviso de localização a ser aceito
O aceite é de quem bate, e vem antes da primeira coordenada.
Comprovante
Comprovante de saída registrada às 14:18, com o número do registro, a distância da loja e o código da batida
Comprovante por batida: número, hora oficial, distância e código.

A hora é a do servidor, não a do aparelho. O relógio do celular é gravado do lado, só para sinalizar quando as duas horas discordam muito — celular com data mexida não vira hora trabalhada. E o comprovante não é enfeite: emitir um a cada marcação é exigência da mesma portaria.

Caso 02

Quem está na loja agora — a tela que o gerente abre de manhã

Antes de espelho, saldo ou fechamento, o módulo responde a pergunta do dia a dia: quem entrou, quem já saiu, quem ainda não bateu e o que precisa ser conferido. Hoje a resposta é “olha lá no salão”.

Ponto do Dia
Tela do ponto do dia com quem está na loja, quem saiu, quem não bateu e uma batida fora do raio em vermelho
Loja de demonstração: 3 na loja, 2 já saíram, 1 não bateu — e a batida das 14:14 do motorista, feita a 2,6 km, sinalizada em vermelho.

A batida vermelha não travou nada. O motorista estava entregando material do outro lado do bairro e bateu de lá; a marcação existe, aparece marcada e vira uma conversa de trinta segundos. O que o sistema nunca faz é decidir sozinho que aquilo foi fraude.

Caso 03

O espelho do mês, com a correção à vista

Dia a dia: o previsto pela grade da pessoa, as batidas, o que foi trabalhado e o saldo. Sem grade cadastrada não existe saldo, e o sistema mostra as batidas sem inventar dívida — dizer "devendo 8h" para quem nunca teve jornada cadastrada seria acusar por falta de configuração.

Espelho do mês
Espelho do mês de uma vendedora, com atestado no dia 5, batida riscada no dia 6, ajuste no dia 7 e saldos por dia
Dia 05 abonado por atestado · dia 06 com a batida duplicada riscada · dia 07 com a volta do almoço incluída como ajuste · dia 10 devendo 1h26, dia 11 com 1h19 a mais.

Nada some, tudo fica explicado. A batida duplicada continua na linha, riscada, com o motivo de quem tirou do cálculo. A marcação incluída pelo gerente aparece com a tarja de ajuste para sempre — nunca como se a pessoa tivesse batido.

Caso 04

Atestado pela câmera, “esqueci de bater” pelo celular

O atestado nasce no celular de quem foi ao médico: a pessoa fotografa e envia, a imagem é reduzida no próprio aparelho e chega numa fila. Quem esqueceu de bater manda o pedido pelo mesmo lugar, com o horário e o motivo. Para o gerente é uma fila só, com um selo na tela que ele já abre de manhã.

Pendências do ponto
Fila de pendências do ponto com um atestado com foto ampliável e um pedido de marcação esquecida
A foto do atestado abre ampliada; ao lado, o que muda no saldo se você aprovar.

Aprovar tem consequência escrita na tela. Aprovar o atestado abona o dia — ele deixa de contar como falta e não vira dívida no banco de horas. Aprovar o pedido cria a marcação, identificada como ajuste e com o nome de quem aprovou. Dá para abonar só parte do dia, para quem saiu na consulta e voltou.

Caso 05

O mês que trava, e a hora que não evapora

Fechar a competência congela o espelho: ele para de ser recalculado e passa a valer como está. Sem isso, mudar a jornada de alguém em novembro reescreveria o espelho de março que a pessoa já assinou. Depois de fechado, mexer no mês exige reabrir — com motivo, e o motivo fica gravado.

Fechamento do ponto
Fechamento de julho com previsto, trabalhado, saldo do mês, saldo acumulado e a situação de cada funcionário
Julho fechado para as 7 pessoas do quadro, com o saldo de cada uma indo para o banco de horas.

O saldo tem safra, e vence a favor de quem trabalhou. A compensação come sempre a hora mais antiga primeiro, e o que passa de seis meses não é zerado em silêncio: vira extra a pagar, sinalizado na tela. Zerar caladinho seria apagar dinheiro do funcionário — e é o tipo de erro que ninguém percebe.

Caso 06

A prova que alguém confere

Guardar um código de segurança em cada batida não vale nada se ninguém nunca recalcular. A tela de integridade percorre os registros na ordem, recalcula cada código com a mesma função que gravou e aponta o número exato de qualquer elo quebrado.

Integridade do ponto
Tela de integridade do ponto mostrando 830 registros reconferidos e a cadeia íntegra
830 registros reconferidos um a um, e a mesma tela dizendo o que ela ainda não é.

Foi testado quebrando. Alterar uma batida direto no banco de dados acusa na hora, com o número do registro. As marcações originais também saem em arquivo, sem nenhum tratamento — que é o primeiro pedido de quem fiscaliza.

O aviso que a gente dá antes de você ligar

Registro de ponto só é obrigatório em estabelecimento com mais de 20 trabalhadores (CLT art. 74 §2). Para a loja de 4 a 12 pessoas isto aqui é ferramenta de gestão, e é assim que a própria tela se apresenta. O módulo já nasce com o alicerce do ponto eletrônico — registro imutável, número sequencial, código encadeado e comprovante por batida —, mas ainda não é um REP-P homologado: falta o arquivo AFD no layout oficial da Portaria 671/2021 e o termo do desenvolvedor. Se a sua empresa passa de 20 pessoas, converse com o contador antes de usá-lo como prova legal. Também ficou de fora, de propósito:

  • Folha de pagamento, verbas, encargos e adicional noturno
  • Envio ao eSocial
  • Bloquear a batida de quem está fora do raio
  • Reconhecimento facial ou digital
  • Marcação automática, feita pelo sistema no lugar da pessoa
  • Escala rotativa 12x36 e integração com relógio de parede

07 / Por que este e não outro

Feito para quem não tem departamento de TI

01

Ensina enquanto você usa

Toda tela tem explicação em português de gente. E existe um assistente dentro do sistema para perguntas do tipo "como faço uma devolução?" ou "como importo a nota do fornecedor?", com a resposta apontando o caminho.

Central de ajuda
Assistente respondendo perguntas sobre os números da loja dentro do sistema

02

O sistema diz o que fazer agora

Em vez de esperar você procurar problema, a tela inicial mostra o que está pendente: conta vencida, produto no mínimo, caixa fechado com venda em dinheiro, orçamento prestes a vencer. Cada aviso tem um botão que resolve.

Início
Painel inicial com pendências do dia e indicadores do mês

03

Funciona no celular do balcão

Não é um site espremido: as telas se reorganizam para a tela pequena, e as tabelas viram fichas legíveis. Dá para conferir o caixa, olhar o estoque ou lançar uma venda com o telefone na mão.

No celular
O PDV do AstroMatCon aberto na tela de um celular

04

Difícil estragar, fácil desfazer

Produto com venda no histórico não some do sistema. O que é excluído vai para uma lixeira e pode voltar. Estoque não fica negativo por descuido, e a numeração fiscal não repete nem pula.

Lixeira
Lixeira do sistema com registros excluídos que podem ser restaurados

05

Cresce junto com a loja

Começa com um balcão e uma pessoa. Depois vêm o segundo caixa, o entregador, a filial, o certificado digital. Nada disso exige trocar de sistema nem recomeçar o cadastro do zero.

Rede de lojas
Relatório comparando o faturamento de cada loja da rede

08 / Dicionário

As palavras do sistema, sem enrolação

Se algum termo destes aparecer numa conversa sobre sistema e você não quiser fingir que entendeu, aqui está o que cada um quer dizer.

Uma forma de separar o que importa do que enche prateleira. Os produtos A são os poucos que respondem por cerca de 80% das vendas, os B ficam no meio e os C são a cauda longa. Serve para decidir o que nunca pode faltar.

Markup é quanto você soma em cima do custo. Margem é quanto sobra do preço de venda. Um produto que custa 100 e vende por 150 tem markup de 50% e margem de 33%. Confundir os dois é o jeito mais rápido de vender achando que ganha.

Ruptura é o produto que acabou e o cliente foi comprar na concorrência. Giro é a velocidade com que a mercadoria sai. Estoque parado é dinheiro dormindo, ruptura é venda perdida, e o equilíbrio entre os dois é o jogo da loja.

O fiado organizado: a venda é fechada hoje e paga depois, em uma ou mais parcelas. No sistema, cada cliente tem limite e saldo, e cada parcela vira uma conta a receber com data de vencimento.

Adquirente é a empresa da maquininha. MDR é a taxa que ela cobra por venda. D+30 é quando o dinheiro cai na conta. Vender 1.000 no crédito não é receber 1.000 hoje, e o sistema calcula o líquido e a data certa.

NFC-e é a nota do consumidor, aquele cupom com QR code. NF-e é a nota entre empresas. DANFE é o papel que representa a nota eletrônica: o documento que vale é o arquivo enviado à Receita, o impresso é só a cópia legível.

O arquivo que funciona como a assinatura digital da empresa, comprado em uma autoridade certificadora e válido por um ano. É o que permite emitir nota. No AstroMatCon ele fica guardado criptografado, e só é usado na hora de assinar.

Os tributos que substituem, aos poucos, ICMS, ISS, PIS e COFINS na reforma tributária. Em 2026 eles aparecem na nota em alíquota de teste, sem recolhimento, e o sistema já calcula e apura para você não ser pego de surpresa.

Sangria é tirar dinheiro do caixa durante o turno, para o cofre ou para pagar algo. Suprimento é o contrário, colocar dinheiro para ter troco. Registrar os dois é o que faz a conferência do fim do dia bater.

A lista da carga de um caminhão: quais entregas vão juntas, para quais endereços, com quem. É o papel que o entregador leva e o controle de quem ficou na loja.

Contar de verdade o que existe na prateleira e comparar com o que o sistema diz. A diferença encontrada é o que sumiu, quebrou ou foi lançado errado. Fazer isso com frequência é o que mantém o estoque confiável.

Um produto vendido como conjunto, montado a partir de outros. Ao vender o kit, o sistema baixa cada componente do estoque, então o inventário continua batendo.

O quadro do que ainda pode virar venda. Cada cartão é um negócio — um cliente, um valor, um responsável — e as colunas são as etapas por onde ele passa até fechar ou se perder. Serve para responder duas perguntas: quanto dinheiro está em jogo agora, e de quem é a bola.

O nome de cada cartão do funil: um negócio em aberto. Ela pode nascer de um orçamento, de uma conversa no WhatsApp ou de alguém que só passou perguntando preço, e guarda tudo que aconteceu no caminho — ligação, visita, orçamento enviado, tarefa marcada.

A resposta automática do WhatsApp da loja. Aqui ela só diz o que está no seu sistema — onde está a entrega, como está a ordem de serviço, quanto o cliente tem em aberto, o horário e o endereço da loja. Quando não sabe, chama um atendente em vez de inventar.

O extrato do mês de uma pessoa: dia a dia, o que era previsto pela jornada dela, as batidas que aconteceram, o que foi trabalhado e o saldo de cada dia. É o documento que se imprime para o funcionário conferir e assinar no fim do mês.

A conta corrente de tempo: quem trabalhou além do previsto fica com saldo a compensar, e quem ficou devendo abate depois. Por acordo individual, a lei dá seis meses para compensar (CLT art. 59 §5). No AstroMatCon a compensação come sempre a hora mais antiga primeiro, e o que vence não é apagado — vira hora extra a pagar, sinalizada na tela.

Tirar o dia da conta sem transformá-lo em falta nem em dívida de horas. É o que acontece quando o gerente aprova um atestado: aquele dia deixa de cobrar o previsto. Dá para abonar só parte, para quem saiu na consulta e voltou.

A distância aceita entre a batida e o endereço da loja — 150 metros de fábrica, porque o GPS de celular erra bastante dentro de alvenaria. O sistema leva a margem de erro do próprio aparelho em conta: só acusa "fora" quando nem no melhor caso a pessoa estaria dentro. E acusar não é bloquear.

O vocabulário do ponto eletrônico por software na Portaria 671/2021. REP-P é o programa homologado; NSR é o número sequencial que cada batida recebe e que nunca se repete; AFD é o arquivo em formato oficial que o fiscal pede. O AstroMatCon já grava NSR e trava a batida contra alteração, mas ainda não gera o AFD — e diz isso na própria tela, em vez de vender conformidade que não tem.

09 / Dúvidas

O que as pessoas perguntam antes de testar

Não. O AstroMatCon abre no navegador, no computador da loja, no notebook de casa ou no celular. Não há programa para instalar, nem servidor para manter dentro da loja, e a atualização acontece sem você precisar fazer nada.

Você escolhe um usuário e uma senha na tela de entrada, e o sistema cria uma conta de teste só sua, já com uma loja montada: catálogo, clientes, fornecedores e histórico de vendas de exemplo. Dá para vender, fechar o caixa e emitir uma nota simulada sem cadastrar nada antes, e sem informar cartão.

Sim. Com o certificado digital A1 da sua empresa cadastrado, o sistema monta, assina e transmite NFC-e e NF-e para a Secretaria da Fazenda, imprime o cupom ou a DANFE e faz o cancelamento dentro do prazo. Antes de valer para valer, dá para testar tudo em ambiente de homologação, que é o modo de treino oficial.

Dá. O caminho mais rápido é trazer o catálogo pelas notas de compra em XML, que já vêm com nome, NCM e custo. Clientes e saldos podem ser importados a partir de planilha. Vale conversar antes para combinar a ordem das coisas e escolher uma data de virada.

Serve. O sistema foi desenhado pensando em material de construção, ferragens e depósitos, que são os casos mais difíceis (venda por metro e por saco, entrega, crediário, kit, várias tabelas de preço). Qualquer varejo com estoque e balcão usa o mesmo conjunto.

Não precisa: o CRM funciona sem o WhatsApp conectado — o funil, as tarefas e a lista de quem procurar hoje continuam valendo, e a mensagem pronta abre no seu WhatsApp normal, como já acontece hoje.

Quando você conecta, o sistema passa a receber as conversas dentro dele. Essa conexão usa a mesma tecnologia do WhatsApp Web, e a Meta pode bloquear números que a utilizam por meio de sistema. Por isso a recomendação, que aparece na própria tela antes de conectar, é usar um número separado do que está na fachada, no Google e no cartão. O sistema também não dispara mensagem em massa e segura o ritmo de uma conta recém-conectada, que é o comportamento que mais chama atenção.

O sistema roda na nuvem, então precisa de conexão para operar. Na prática, vale ter um plano de celular como reserva no roteador da loja, que é o mesmo cuidado que a maquininha de cartão já exige hoje.

Seus. Cada loja tem seu próprio espaço isolado no banco de dados, as listas podem ser exportadas em planilha a qualquer momento e os XML das notas emitidas ficam guardados e disponíveis para o seu contador.

Usamos, em pontos escolhidos, e ela nunca produz o número final. A IA lê texto bagunçado (a descrição do fornecedor, a lista do cliente, o cabeçalho da planilha antiga) e devolve uma sugestão; quem calcula é o sistema e quem aprova é você. Quando ela não tem certeza, a tela mostra em vermelho e pede a sua decisão, em vez de chutar. E tudo continua funcionando se a IA sair do ar: a entrada de nota, a conferência do cadastro e as respostas sobre os seus números rodam sem modelo nenhum.

Não precisa comprar nada: a batida é no celular que a pessoa já tem, e o único “equipamento” é um QR code impresso no balcão. Sobre a lei: registro de ponto só é obrigatório acima de 20 trabalhadores (CLT art. 74 §2), e é por isso que o módulo se apresenta como controle de jornada para a gestão da loja. Ele já grava do jeito que a norma exige — registro que não se apaga, número sequencial, código encadeado e comprovante a cada batida —, mas ainda não é um REP-P homologado, porque falta o arquivo AFD no layout oficial. Se a sua empresa passa de 20 pessoas, converse com o contador antes de usá-lo como prova.

A batida acontece do mesmo jeito. Ela fica registrada com a distância até a loja e aparece sinalizada para o gerente conferir — bloquear é proibido pela portaria e seria pior na prática, porque o registro que deixou de existir é justamente a prova que faltaria depois. Se o celular não der localização nenhuma (a pessoa negou a permissão, o sinal está ruim), a marcação também é aceita, marcada como sem localização. E o que fica guardado é um ponto por batida: não existe trajeto, nem tela de mapa acompanhando ninguém.

O teste é gratuito e não pede cartão: dá para conhecer o sistema inteiro antes de qualquer conversa sobre dinheiro. O valor de uso na sua loja depende do tamanho da operação (quantos caixas, quantas lojas, se vai emitir nota fiscal), e é combinado caso a caso.

Comece agora

Veja o sistema com uma loja já montada

Escolha um usuário e uma senha, entre, e passeie por tudo o que você viu nesta página com dados de exemplo. Sem cartão, sem instalação, sem cadastrar nada antes.