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CRM e WhatsApp

O cliente perguntou, sumiu, e ninguém correu atrás

É a venda mais barata que existe: alguém que já falou com a sua loja. Mesmo assim ela é a que mais se perde, porque o orçamento fica num bloco, a conversa fica no celular de um vendedor e o “ligo semana que vem” não fica em lugar nenhum. Este módulo entrou no sistema em agosto de 2026.

A conversa mora onde estão os dados

Quase tudo que um CRM precisa saber já está aqui: o que o cliente comprou, quanto deve, qual entrega está a caminho, qual ordem de serviço está na bancada. Um CRM separado teria que sincronizar tudo isso — e sincronia é onde os números começam a divergir. Aqui a conversa abre com a ficha do cliente do lado, sem integração nenhuma.

O sistema decide quando cobrar

O vendedor não precisa manter uma agenda paralela de “quem eu prometi retornar”. A fila do dia é montada pelo sistema a cada vez que a tela abre, e o vendedor só diz o que aconteceu em um clique: falei, adiar, sem interesse, virou oportunidade nova.

Ele não dispara em massa, de propósito

Envio em lote para lista de contatos é justamente o que faz o WhatsApp bloquear o número da loja — aquele que está no Google, no cartão e na placa. O sistema responde a quem escreveu primeiro; para procurar quem nunca falou, continua valendo o botão que abre a conversa com o texto pronto, você conferindo antes de enviar.

2quadros: o que está em jogo, e quem está falando com a loja agora
1clique para responder o que aconteceu com cada cliente da fila
5perguntas que o robô responde sozinho, todas com dado do seu sistema
0disparo de campanha em massa, por decisão de produto

Caso 01

O funil que já nasceu com os seus orçamentos dentro

Cada cartão é um negócio em aberto, e você arrasta de coluna com o mouse ou pelo celular. As etapas são cadastráveis, porque o funil de quem vende para obra não é o de quem vende no balcão. Ao marcar perda, o motivo é obrigatório — é a única forma de o relatório responder por que a loja perde.

Funil de vendas
Quadro do funil de vendas com colunas de contato, orçamento enviado, negociação, ganhou e perdeu
Quadro da loja de demonstração: 28 negócios em aberto, R$ 32,4 mil em jogo, 19 pedindo resposta.

Ele não começa vazio. Na hora em que o módulo é ligado, os orçamentos ainda abertos da sua loja viram cartões — com cliente, valor e validade. O quadro do primeiro dia já é o retrato do que estava parado.

Caso 02

O WhatsApp da loja vira fila, e não caixa de entrada

As mensagens que chegam no número da loja aparecem como uma fila de atendimento: novas (ninguém assumiu), atendendo, aguardando o cliente e resolvidas. Este quadro não se arrasta: as colunas são estados, e mover é um ato com nome — assumir, transferir, resolver — que fica registrado com quem fez.

Atendimento
Quadro de atendimento com conversas novas, em atendimento, aguardando cliente e resolvidas
O número do topo é o que decide a hora: há quanto tempo espera quem ninguém assumiu.

Quem responde vê a ficha, não só a mensagem. Ao abrir a conversa, do lado aparecem quanto o cliente já comprou, quanto está em aberto e o que ele levou da última vez. E se aquele papo virar negócio, um botão transforma a conversa em oportunidade no funil, já marcada como vinda do WhatsApp.

Caso 03

De quem cobrar resposta hoje, decidido pelo sistema

Esta é a tela que se abre de manhã. O sistema monta a fila do dia lendo o que já existe — orçamento vencendo, cliente que sumiu, obra em andamento — e junto vem a mensagem pronta, no tom certo para cada caso. Não existe agendamento manual nem rotina noturna: a fila é recalculada toda vez que a página abre.

Acompanhamentos de hoje
Fila de acompanhamentos do dia com mensagem pronta e os botões falei, adiar, sem interesse e nova oportunidade
A mensagem é rascunho: abre no WhatsApp para você conferir e enviar.

O intervalo muda conforme a obra. Quem está com a obra andando é procurado mais vezes; quem só está pesquisando, menos; obra parada sai da frente até voltar. É o vendedor quem diz em que pé está, num clique, e a régua se ajusta sozinha.

Caso 04

O robô que só fala o que está no seu sistema

Fora do horário, ou quando ninguém pegou a conversa ainda, o autoatendimento responde as perguntas de sempre: onde está a entrega e com qual motorista, como está a ordem de serviço, quanto o cliente tem em aberto, que horas a loja abre e onde ela fica. Tudo lido do banco de dados — sem modelo de IA, por decisão.

Ele começa desligado, e cada coisa que ele pode dizer é uma chave que você vira. A página do robô de autoatendimento mostra essa parte conversa por conversa, com a captura da tela do sistema em cada uma.

Três silêncios valem mais que as respostas. Ele não fala por cima de quem já assumiu a conversa, não finge que entendeu quando não entendeu, e não conta nada sobre pedido ou dívida para um número que não bate com um cadastro. Preço, então, vem desligado de fábrica: em material de construção o preço é negociado, e robô respondendo tabela tira do vendedor a chance de fechar.

O aviso que a gente dá antes de você conectar

A conexão com o WhatsApp usa a mesma tecnologia do WhatsApp Web. A Meta pode bloquear números que a utilizam por meio de sistema, e se isso acontecer com o número da fachada a loja perde o contato que está em todo lugar. Por isso a própria tela de conexão recomenda um número separado, e o sistema segura o ritmo de uma conta nova. Junto com isso, ficou de fora:

  • Disparo de campanha em massa para lista de clientes
  • Robô respondendo preço sem alguém ligar a chave
  • Modelo de IA conversando solto em nome da loja
  • Resposta automática por cima de quem já assumiu o atendimento
  • Dado de cliente para número que não casou com um cadastro

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