Cashback
O troco que não sai da loja
Material de construção é compra que se repete: quem levantou a parede volta pelo
reboco, pelo rejunte, pela tinta. O cashback existe para que ele volte no seu balcão
e não no da esquina — e funciona porque o crédito não é dinheiro na mão, é saldo que
só vale comprando aqui. Entrou no sistema em 19 de agosto de 2026 e é a
novidade mais recente do AstroMatCon.
Crédito é promessa, e promessa se cumpre
O saldo do cliente não é um número solto num campo do cadastro: é um vale, com
origem, prazo e extrato de onde cada centavo foi gasto. Quando ele perguntar no
balcão de onde veio aquilo, a resposta está na tela — a venda que gerou, o dia e
até quando vale. Programa de pontos que ninguém consegue conferir vira discussão
no caixa.
A regra é da sua loja, não do sistema
Você escolhe o percentual, o mínimo, o teto por venda, o prazo de validade e a
janela de carência. E escolhe o que não pontua: cimento, vergalhão e areia
saem com cerca de 4% de margem, e dar 5% de volta neles é vender no prejuízo. Numa
rede, cada filial tem a sua régua — o saldo do cliente, esse, vale em todas.
Devolveu, o bônus volta junto
Sem isso o programa vira uma máquina de imprimir dinheiro: compra, ganha, devolve,
repete. A devolução desfaz o crédito na mesma proporção do que voltou — devolveu um
quinto da compra, perde um quinto do bônus. E se o cliente já gastou, o saldo para
em zero: nunca fica negativo, e o balcão é avisado na hora.
21ajustes por loja: percentual, teto, prazo, carência, mínimo de resgate e o que não pontua
3lugares onde a mesma frase aparece: tela da venda, WhatsApp e — se você quiser — o cupom fiscal
0lojas com o programa ligado sem alguém ligar: ele nasce desligado, e nada muda até você decidir
1número que diz se está funcionando: o crédito concedido que ainda não virou venda de volta
Caso 01
O balconista fala em voz alta, e é isso que traz o cliente de volta
Assim que o cliente é identificado no fechamento, a tela diz quanto aquela compra
vai gerar — "esta venda gera R$ 6,89 em cashback". Não é um aviso escondido
num relatório que o dono lê no fim do mês: é a frase que quem está no balcão fala
enquanto imprime o cupom. Depois ela sai de novo na tela da venda e no WhatsApp,
junto do comprovante, sempre com o mesmo valor e o mesmo prazo.
Sem cliente identificado, a frase não aparece. Não existe a quem creditar, e
prometer na tela o que a venda não vai fazer é pior do que não ter programa nenhum.
Caso 02
O simulador responde antes de você errar o percentual
Percentual sem simulação é onde alguém digita 30 achando que é 3. Na tela de
configuração, cada tecla recalcula uma venda de exemplo e mostra três coisas: quanto
o cliente ganharia, até quando o crédito valeria e — a linha que importa de verdade
— quanto a loja concede a cada R$ 1.000 vendidos. É a régua traduzida em
dinheiro, antes de valer para o primeiro cliente.
E o texto do cupom é seu. Você escreve a mensagem que o cliente recebe, com
o nome dele, o valor e o prazo encaixados automaticamente — inclusive o nome do
programa, se na sua loja ele se chama Clube da Obra e não cashback.
Caso 03
O pedreiro que traz cliente também ganha
O profissional que indica pode receber de duas formas, e você escolhe qual: uma
porcentagem sobre cada venda que ele trouxe, e uma sobre a primeira compra de cada
cliente novo que chegou por indicação dele — essa vale uma vez por pessoa. O
pagamento pode ser comissão, como sempre foi, ou crédito para comprar na
loja. A segunda forma segura o dinheiro dentro de casa: ele volta como venda em
vez de sair pelo caixa.
Com teto por mês, e nunca as duas formas ao mesmo tempo. Comissão e crédito
pela mesma indicação seria pagar duas vezes — o sistema não deixa.